terça-feira, 5 de junho de 2012

"Você só tem malicia na sua cabeça?" "Hmmmmmm cabeça kkkkkk" "Aff, que pé no saco..." "Hmmmmmmmm, saco kkkkkkkkk" "Não aguento mais, aff" "Hmmmm não aguenta né? kkkkkkkk" "Meu Deus, vou dar uma volta..." "hmmmm vai dar... kkkkkkkkkkk"

AAWN ;3








É que eu to carente, sabe?


Nome: Minha vó | Função: Dizer o nome de todos os meus primos, menos o meu.

Amor que é amor, dura para sempre. Seja na alegria, ou na doença. Em cada sorriso, ou em cada lágrima. O amor está na diversão, nos xingamentos, nos “eu te amo”. está no coração, seja eterno ou não. Amor verdadeiro, só se encontra uma vez na vida. Pare de procurar, e espere que o destino o traga para você…

Jura de coração.

Nada não = Não vou repetir bosta nenhuma, não prestou atenção porque não quis.

Um dia me perguntaram se eu acredito realmente no “felizes para sempre”. Então parei e pensei nos milhares de casais com seus sonho e projetos, nas diversas e mais loucas declarações de amor, nos casais de idosos que perduraram por quinze, vinte, trinta anos e ainda sim amam-se verdadeiramente. Pensei naqueles que sonham em viver com alguém ao seu lado até o ultimo suspiro. Então respondi: “Sim, para sempre é muito tempo. Mas o amor pode durar muito mais.

Acho tão bonito casais que duram. Não importa o tempo, o que vale é a intensidade. Querer estar junto vale muito mais do que estar junto há 20 e tantos anos só por comodidade. Sei que estou falando obviedades, mas hoje vi um casal de velhinhos na rua. Acho que o amor, quando é amor, tem lá suas dores bonitas. A gente vê uma cena e o coração fica emocionado. Nos dias de hoje, com tanta tecnologia, com tanta correria, com tanta falta de tempo, com tanto olho no próprio umbigo e nos próprios problemas, com tanta disputa pelo poder, pelo dinheiro, por ter mais e mais, sei lá, acho bonito ver um casal de velhinhos na rua. A mão, enrugadinha, segura a outra mão. A outra mão, por sua vez, segura uma bengala. Falta equilíbrio, sobra experiência. Falta a juventudade, sobra história para contar. Falta uma pele lisa, sobram marcas de expressão que contam segredos. Envelhecer não é feio. Em tempos de botox, a gente devia olhar um pouco para dentro. De si. Do outro. Do amor.